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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Frutas: CURUIRI (ou Pitomba)


Esta fruta é mais conhecida como Pitomba.
Ela é uma fruta tropical, típica da Bahia, e pertence à família da jabuticaba.
A pitombeira é árvore nativa tanto da Amazônia quanto da Mata Atlântica e, portanto, é possível encontrar a fruta no Nordeste, Sudeste e Norte do Brasil, em estado silvestre. Os frutos são comestíveis ao natural e, em geral, a pitomba tem dois caroços. A polpa comestível é fina e suculenta, adocicada e levemente ácida. Madura, a pitomba fica alaranjada.Em algumas regiões, a pitomba é chamada de caruiri e também de olho-de-boi, pitomba-da-mata e pitomba-de-macaco.




CAIPIRINHA DE PITOMBA
Coloque, em um copo, 6 pitombas descascadas. Junte uma colher de sopa de a-çúcar. Amasse com o socador. Complete com cachaça e gelo. Decore o copo com uma pitomba descascada, espetada em palito.

Frutas: CAMBUCÁ

Seu nome científico é Plinia edulis, mas no livro de Câmara Cascudo está como Roubacha glomerata.

Frutífera nativa do Brasil com frutos amarelos grandes produzidos diretamente no caule e galhos, semelhante à Jabuticaba. Mesmo sendo uma planta frutífera muito interessante pela bela árvore, fruto de excelente qualidade, bom aspecto visual e sabor que lembra a jabuticaba, ainda o cambucá é pouco conhecido e divulgado no Brasil.

Os frutos são consumidos principalmente ao natural de maneira semelhante à jabuticaba ou aproveitados no preparo de sucos, vinhos, licores e doces.

Compota de cambucá
(e-jardim.blogspot.com)

- 2 litros de cambucás “de vez” (não usar frutos muito maduros porque estes se desfazem durante o cozimento)
- 2 litros de água
- 1 kg de açúcar

Descasque os frutos, cortando-os em metades e retirando os caroços. Coloque-os em um recipiente com água e algumas gotinhas de limão para que não oxidem. Enquanto isso, prepare uma calda em uma panela, com os 2 litros de água e o açúcar. Leve ao fogo até ferver, mexendo bem para que o açúcar se dissolva completamente. A seguir, adicione os frutos previamente preparados, cozinhando-os na calda até que fiquem macios. Colocar em vidros, esperar esfriar e levar à geladeira.



sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Fruta: Cajá ou Taperebá

É também chamada de ambaló, ambaró, cajá-mirim, cajazinha, tapareba, Taperebá, taperibá, ou tapiriba.

O cajá é uma fruta originária das regiões tropicais da América, bastante popular no Brasil , especialmente na região Nordeste. A fruta, de cor avermelhada ou amarelada, possui uma polpa suculenta de sabor relativamente azedo, revestida por uma fina casca. O cajá é dotado de pequenos espinhos macios na parte do mesocarpo.

A fruta é bastante popular no sul da Bahia, é encontrada facilmente em feiras livres às margens de rodovias. A polpa da fruta é uma das mais comercializadas na região, sendo utilizada no preparo de refrescos, batidas, licores e sorvetes.

E aqui duas receitas:

1) Vá até o supermercado e compre o picolé da Garoto, sabor cajá!




2) Mousse de Cajá

10 cajás maduros
1 lata de leite condensado
2 caixinhas de creme de leite
12g de gelatina incolor
200 ml de água
Descasque os cajás e corte as frutas em pedaços. Coloque no liquidificador a água e os cajás em pedaços e bata até virar uma pasta. Penere para retirar os bagaços. Coloque o suco coado no liquidificador e bata por dois minutos com o leite condensado, o creme de leite e a gelatina dissolvida em 5 colheres de água. Coloque no recipiente desejado e leve à geladeira até ganhar consistência.

Sirva-se:




quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Fruta: BACURI


Continuando a comentar sobre as frutas que constam no livro 'História da Alimentação Brasileira', de Câmara Cascudo, hoje falo do Bacuri.
Esta fruta prá mim já é conhecida, pois já postei por aqui (maio/2009) uma receita de Mousse de Bacuri, que ficou divina.. receita da Chef Natacha Finch (rest. Espirito Santa-bairro Santa Teresa).

Com sabor e aroma agradáveis, além de muito nutritivo, o bacuri pode se tornar uma fruta de consumo generalizado no país, a exemplo do guaraná e do açaí.

Aqui uma receita do chef Laurent Suaudeau:


Délice de bacuri ao chocolate e crocante de castanha


INGREDIENTES (4 porções)

Creme inglês
3 gemas
100 g de açúcar
250 ml de leite

Creme de bacuri
80 g de polpa natural de bacuri
15 g de açúcar
1/2 fava de baunilha
2,5 g de gelatina

Mousse de chocolate
80 g de chocolate branco
80 g de creme chantilly
O creme de bacuri

Massa de telha
45 g de manteiga
65 g de açúcar de confeiteiro
22 g de glicose
22 ml de leite
10 g de farinha de trigo
15 g de castanha picada

Calda de baunilha
200 ml de água
75 g de açúcar
1/2 fava de baunilha
Cacau em pó para polvilhar

PREPARO

Creme inglês
Bata as gemas com o açúcar até crescerem e ficarem claras. Acrescente o leite quente e leve ao fogo baixo, cuidando para não ferver e batendo sempre com um batedor de arame, até encorpar.Passe pela peneira e reserve até resfriar.

Creme de bacuri
Coloque a polpa para ferver com o açúcar e a fava de baunilha. Hidrate a gelatina e derreta-a no creme de bacuri, fora do fogo. Adicione o creme inglês e misture.

Mousse de chocolate
Derreta o chocolate em banho-maria. Acrescente o creme de bacuri. Misture esse preparado ao creme chantilly.

Massa de telha
Misture os ingredientes. Disponha em uma placa de silpat (antiaderente e resistente a altas temperaturas) e asse a 180 ºC, até a telha ficar crocante.Corte no tamanho desejado.
Calda de baunilha
Junte os ingredientes da calda, exceto o cacau em pó, e cozinhe até obter ponto de calda fina.

Finalização
Recheie fôrmas individuais com a mousse. Deixe na geladeira até endurecer. Desenforme e reserve na geladeira. Coloque as mousses nos pratos, com as telhas de castanha.Sirva a calda separadamente, polvilhada com o cacau em pó.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Frutas - Bacupari

(Rheedia brasiliensis)

Bacuparí, vem do tupi-guarani e significa “fruta de cerca” por causa dos ramos ascendentes que crescem na horizontal quando a planta está nos bosques de florestas nativas.

Sua ocorrência é na floresta amazônica, mata atlântica e restingas do Brasil.

A polpa é consumida in natura , em refrescos e sorvetes. os frutos são adocicados, adstringentes e refrescantes, próprios para consumo in-natura. Até a casca pode ser consumida.


Caipirinha de Bacupari
(mudandosempre-flavinha.blogspot.com)
Ingredientes:
Cachaça
Açucar
Gelo
Bacupari

Socar no pilão 6 frutinhas com uma colher de sopa de acúçar. Depois acrescentar um cálice de cachaça e bastante gelo. Misturar e servir.

Bacaba

(Oenocarpus bacaba)
_ "...fornece uma espécie de vinho e óleo usado na culinária do extremo-norte." - citação do livro de Câmara Cascudo, História da Alimentação no Brasil.
É uma palmeira nativa da Amazônia. Distribui-se por toda Bacia Amazônica, com maior freqüência no Amazonas e Pará.

A polpa do fruto é utilizada no preparo do “vinho de bacaba”. As amêndoas e os restos de macerado da polpa são utilizados na alimentação de suinos e aves, as folhas são usadas pela populaçao do interior como cobertura de moradias, enquanto o tronco serve como esteio,viga e cabo de ferramentas.

Frutas



Araticum (nnona cacans)




Também conhecida popularmente por araticum-cagão, araticum-de-paca, anona-cagona, corticeira, dentre outros nomes vulgares.


Aparece no litoral sul, litoral norte, sudeste, centro, noroeste e sudoeste.
Os frutos, semelhantes à fruta-do-conde, caem à medida que amadurecem, vindo daí a expressão “cagão” de seu nome popular. Esses frutos são comestíveis e excelentes alimentos para a fauna.
É uma fruta que oferece uma polpa suave e cremosa. Tem um sabor bom e perfumado.


Bolo de Araticum




Ingredientes:
-2 xícaras (chá) de açúcar
-2 ovos
-1 xícara(chá) de leite
-1 xícara (chá) de polpa de Araticum
-3 colheres de margarina
-3 xícaras (chá) de farinha de trigo integral
-1 colher (sopa) de sopa de pó royal
Preparo:
Bata o leite e o araticum no liquidificador. Bata o açúcar à manteiga e os ovos na batedeira. Acrescente a farinha de trigo e o araticum batido, por último o pó royal. Asse em forno médio por 35 minutos.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Frutas

No livro 'História da alimentação Brasileira', no título 'Técnicas Culinárias', sub-título 'Frutas', Câmara Cascudo vem enumerando várias frutas encontradas em território brasileiro, não necessariamente originais das terras tupiniquins.
Resolvi pesquisar sobre as frutas que pouco ou nada ouvimos falar(pelo menos por aqui onde moro, é claro!).

Começo com:









Amaitim, ou Mapati, ou Uva-da-Amazônia (Pourouma cecropiifolia)

Possui polpa suculenta e firme, que se separa com facilidade da casca. Agrada a todos os paladares.
Consumida preferencialmente ao natural, como fruta de mesa. Comercializada em feiras livres na região amazônica. Também usada no preparo de geléias e vinhos. No Peru se prepara uma bebida semelhante ao café, a partir das sementes torradas e moídas.




















Araçá (Psidium araca)


O araçá é uma fruta nativa e bem conhecida no Brasil (???). Parece muito com a goiaba, e em frente ao edificio que moro, tem um pé de araçá! A planta está presente nos mais variados ecossistemas brasileiros: no Cerrado, nos Pampas Gaúchos, na Mata Atlântica, no Pantanal e na Amazônia. O nome Araçá significa “fruta que tem olhos”



Receita: Yogurte com araçá (elvirabistrot.blogspot.com)

Ingredientes

- araçás vermelhos e/ou amarelos

- leite gordo ou meio-gordo*

- açúcar branco granulado

* não convém usar leite magro

Lavar e secar os araçás. Eliminar as pontas dos frutos e cortá-los em rodelas finas.Dispor uma camada de rodelas de araçá no fundo de uma tacinha de sobremesa. Polvilhar com um pouco de açúcar. Recomeçar o processo até a taça ficar cheia, mas sem chegar até à borda, terminando com açúcar. Regar com leite até a ultima camada de rodelas de araçá ficar submersa. Reservar as taças no frigorífico durante pelo menos 24 horas. Servir bem fresco.



Nota : o teor elevado de pectina natural contida nos araçás - combinada com o açúcar - é que vai gelificar o leite, dando-lhe a consistência e o sabor de iogurte cremoso. Quanto mais tempo se deixar o preparado a repousar, mais este apresentará uma textura consistente e aveludada - sendo o tempo ideal de repouso de 48 horas ou mais, apesar do "iogurte" ficar bom em apenas 24 horas.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Morango e Aceto Balsâmico

Essa mistura é muito boa: pegue o aceto balsâmico e...
...marine por uns 30 minutos alguns morangos fatiados e um pouco de açúcar.

Sirva com mousse, sorvete.. eu coloquei no recheio do bolo (brigadeiro com nozes)..

Eis o bolo: com flash..


ou sem flash...hahaha...





terça-feira, 18 de agosto de 2009

Manjar..

E por falar em fruta do cerrado, fiz de sobremesa para depois do frango com pequi, um simples manjar.
Uma sobremesa que é acompanhada de compota de frutas.. geralmente ameixa.
Mas servi com outras frutas em conservas: uma de laranja e outra de cagaita.
Cagaita é outra fruta só encontrada no cerrado.


O doce de laranja é do restaurante Gosto com Gosto, da chef Mônica Rangel, de Mauá-RJ.





Qual ficou melhor? Bem, deixo para sua imaginação...

terça-feira, 7 de julho de 2009

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Flores e Frutos

Em homenagem ao blog da minha amiga Nádia, 'vieiras&trufas', eis algumas flores de frutas brasileiras...




Flor do Cupuaçu:
Flor do Pequi:


Flor da Castanha-do-Brasil:
Flor da Castanha de Baru:





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